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27 de nov. de 2016

SÉRIE CURTINHOS 706


SÉRIE CURTINHOS 706
Soni@Pallone

"...E eu vou esperar você,
até que o sol da minha vida
se ponha..."




3 de set. de 2013

À DERIVA...




"...Eu era um barco à deriva,
que precisou afundar
para entender que você era o mar..."

Soni@Pallone



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30 de mar. de 2012

ESCRITO NO PENSAMENTO


Escrito no Pensamento
Soni@ Pallone



"...Há um poema esperando por você.
 Algo que escreverei e que será só teu...
 Versos desordenados
 e sem pausas no papel...
 Incômodo... Moroso... Pensativo...
 Cuidadoso pra não te machucar !

 Um poema sem trégua...
Constante.
 Exaurido, mas consciente...
 Cheio de verdade pra você.
 Um poema lúcido, translúcido,
"análogo"...
Miscigenado de emoção e razão.

Um poema gritante, porém mudo
de sons e cordas vocais...
Daqueles que só ficam
no pensamento,
 mas que você vai saber ler,
toda vez que me olhar ..."


SÉRIE CURTINHOS 



 FRASES QUE EU AMO











1 de set. de 2011

PONTO FINAL...





PONTO FINAL 
Sonia Pallone
 

 
"...Tentei ser forte o suficiente, para fugir de você, quando te encontrei por acaso.  Não refreei a saudade que ficou encarcerada em mim tanto tempo e me deixei levar... 

Fui pecado personificado. Traça que naquela noite exterminou de vez um passado que insistia em ser presente.... 

Nos amamos como dois náufragos, separados por um mar que nos jogara para lados distantes e diferentes... Tudo aconteceu como um sonho real e saímos inteiros dos pedaços que juntamos... 

Talvez estejamos ainda um no outro, ocultos dentro das nossas lembranças, sinto isso agora, depois de ter lançado fora todo o estígma da nossa história...

Ficamos como ponto final de um parágrafo grande demais. Protagonistas exaustos de um romance que  a vida escreveu..."


29 de jul. de 2011

AMBIGUIDADE



Ambigüidade
Soni@ Pallone


"...Sou um mar
imenso e acovardado
que bate nas rochas devagar,
sofrendo na clausura
de um pensamento  colado no tempo...

O caos age sobre
o silêncio irreverente de uma
voz rouca,
que nega um grito eloqüente
e jaz adormecida
nas raízes do corpo em desalinho...

Um outro eu
atravessado na garganta
espera o momento da semente
e o nascimento de um verso
chamado gente..."

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