
POESIA INSISTENTE
Sonia Pallone
"...Ouço vozes, vejo rostos
e restos de palavras...
Tudo se confunde
em meio a iluminação frágil
da luz de um abajour...
Neste cenário onde me vejo
Tudo se confunde
em meio a iluminação frágil
da luz de um abajour...
Neste cenário onde me vejo
única protagonista,
ensaio um espaço para o repouso
da minha inquietude...
E entre folhas de silêncio,
ensaio um espaço para o repouso
da minha inquietude...
E entre folhas de silêncio,
que enternecem
as sombras decorando árvores vazias,
tropeço numa poesia insistente
que de tanto florir na minha mente
acaba, egocêntrica,
se achando mais importante
do que as próprias palavras..."
tropeço numa poesia insistente
que de tanto florir na minha mente
acaba, egocêntrica,
se achando mais importante
do que as próprias palavras..."